A UIP (Unidade de Inteligência da Polícia) interceptou um bilhete em
penitenciária do Amazonas cujo conteúdo indica que a ordem para executar
os assassinos do menino boliviano Brayan Yanarico Capcha, de 5 anos,
teria partido de uma facção criminosa. Brayan foi morto na madrugada de 28 de junho durante
um assalto à casa dos pais dele, em São Mateus, na zona leste de São
Paulo. Um dos ladrões atirou contra a cabeça do menino porque ele estava
chorando.
De acordo com o conteúdo do bilhete apreendido, a ordem foi transmitida
através de um "salve geral", ou seja, uma ordem transmitida pelo mais
alto escalão da facção criminosa para todas as penitenciárias do Brasil e
para os criminosos integrantes da facção que se encontram em liberdade.
O "salve geral" foi dado no dia 2 de julho, quatro dias depois da morte
do menino Brayan.

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