São
duas ações civis por esse assunto, uma movida pelo advogado Cyrus
Benavides, outra pelo Ministério Público do RN. Além delas, há também
dois processos de “responsabilidade da administração”. A ação do MP,
vale ressaltar, é referente a utilização de “recursos públicos para
fazer promoção pessoal, pintando prédios públicos com cores de seu
partido político, buscando a sua condenação por ato de improbidade,
pedindo várias conseqüências”.
É
importante lembrar que, além desses fatos jurídicos, Flávio Azevedo
também pode ser lembrado pelo que viveu ao lado da governadora Rosalba
Ciarlini quando disputou a reeleição em Nova Cruz – e perdeu – em 2012.
Afinal, foi durante um comício lá que a chefe do executivo estadual
recebeu uma das primeiras grandes vaias daquela campanha. Foram mais de
cinco minutos de vaias para a gestora estadual.
Membro
do PMDB, Flávio Azevedo deve se desfiliar do partido para seguir no
cargo de presidente do órgão. Ele chega para ocupar, justamente, a vaga
do peemedebista Henderson Magalhães, que ficou “insustentável” no cargo
desde que o PMDB rompeu com o Governo do Estado.
DESFILIAÇÃO
O
deputado estadual Walter Alves, líder do PMDB na Assembleia
Legislativa, se manifestou na manhã desta terça-feira sobre a nomeação
do prefeito peemedebista para o cargo de diretor-geral da Emater. O
filho do ministro Garibaldi disse respeitar o ex-prefeito Flávio
Azevedo, entretanto, defendeu a desfiliação dos quadros do PMDB. “Nossa
posição hoje é clara: nós defendemos palanque oposto ao da governadora”,
disse Walter Alves.
O
PMDB anunciou em julho o rompimento com o governo Rosalba Ciarlini. Na
oportunidade, a legenda dos líderes Henrique Eduardo e Garibaldi Filho
entregou os cargos que tinham na administração do Estado. Os exonerados
indicados pelo PMDB ocupavam os cargos de secretário estadual de
Trabalho, Habitação Assistência Social, Luiz Eduardo Carneiro Costa, e
de Agricultura, Pecuária e Pesca Júnior Teixeira.

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