Internautas da rede social russa VK - semelhante ao Facebook - usaram o site para divulgar um vídeo que mostra o rastro de fumaça deixado pelo avião da Malaysia Airlines que caiu no Leste da Ucrânia, nesta quinta-feira, segundo a agência de notícias russa Interfax. A aeronave, um Boeing 777, levava 295 pessoas — 280 passageiros e 15 tripulantes - e ia de Amsterdã para Kuala Lumpur, na Malásia. De acordo com um assessor do Ministério do Interior da Ucrânia, o voo foi abatido por um míssil terra-ar. Ainda não há informações sobre a autoria da ação.
Uma extensa cortina de fumaça deixada após a queda da aeronave pôde ser vista de longe por moradores da região. Veja aqui imagens em vídeo.
Em outro vídeo, divulgado no YouTube, a coluna de fumaça também filmada. Confira:
— Antes de entrar no espaço aéreo da Rússia, o avião começou a cair e foi, posteriormente, encontrado em chamas em solo ucraniano — informou uma fonte da agência.
Até o começo da tarde desta quinta-feira, a Malysia Airlines informou apenas que perdeu o contato com a aeronave. Uma fonte não identificada das forças de segurança ucranianas, citada pela Interfax, disse que o avião desapareceu do radar a uma altura de 10.000 metros.
Segundo o militar Dmitry Tymchuk, o avião da Malaysia Airlines caiu no Norte de Torez, na região de Donetsk. A área é controlada por separatistas pró-Rússia, que estão lutando contra o exército ucraniano.
Companhias aéreas da Malásia confirmaram o acidente e afirmaram que vão lançar um comunicado em breve. O acidente acontece apenas quatro meses depois do desaparecimento do voo Malaysia Airlines MH370, em 8 de março. A aeronave ainda não foi encontrada.
Mais cedo, o governo ucraniano acusou a Rússia de derrubar um caça SU-25 sobre o Leste de seu território, onde as Forças Armadas realizam uma ofensiva contra a rebelião separatista.
De acordo com informações do jornal Kiev Post, o presidente ucraniano Poroschenko determinou uma investigação sobre o acidente. Na semana passada, dois aviões militares ucranianos já teriam sido derrubados no mesmo local. fonte: jornal extre do rio
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